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13/10/2011 - Parque de Inovação da Serra Catarinense (PISC)
No último dia 21 de setembro, na sede da ACIL (Lages-SC), aconteceu a Audiência Pública de apresentação do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA) do Parque de Inovação da Serra Catarinense (PISC). O evento foi coordenado pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA) e contou com a participação da população local, lideranças políticas e técnicos da Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (CODESC), da Fundação Centro de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI) e da Socioambiental Consultores Associados, responsável pelo desenvolvimento do EIA/RIMA.
A Audiência Pública objetivou o levantamento de novos subsídios para que a FATMA possa encerrar a análise que vem realizando sobre o EIA/RIMA, concluindo se a área possui ou não viabilidade para o que se pretende empreender.
O PISC foi criado pela CODESC para aumentar a competitividade empresarial através de uma rede de Parques Tecnológicos e Escritórios de Inovação, que devem ser implementados nas diversas regiões do estado de Santa Catarina. Assim, o PISC se organiza como um Parque dotado de infraestrutura e serviços destinados à instalação de empresas âncora e de suas fornecedoras, bem como de empresas intensivas em conhecimento, na oferta de serviços e novos produtos tecnológicos e processos da cadeia de veículos automotores.
Localizado em uma área de 786 hectares na localidade de Índios, no município de Lages, o PISC está projetado para ocupar as áreas livres de restrições ambientais legais e preservar os remanescentes naturais que lá se encontram. Sua implantação está prevista para acontecer em 5 fases ao longo de 30 anos. Quando em plena operação estima-se que o PISC possa gerar cerca de 25.000 empregos diretos e contar com uma área construída de aproximadamente 1.100.000m².
Os estudos para a solicitação da Licença Ambiental Prévia (LAP) do PISC iniciaram em 2010, quando foi realizada uma Análise Estratégica da Viabilidade Ambiental do empreendimento (AEVA). Os resultados destes estudos iniciais orientaram a proposta de ocupação da área, enquanto o termo de referência elaborado pela Fatma definiu o escopo do EIA/RIMA elaborado pela Socioambiental.
Sendo um empreendimento onde as empresas que se instalarão ainda não se encontram totalmente definidas, a avaliação dos impactos ambientais foi conduzida como um estudo de capacidade de suporte da área. Ou seja, foram traçadas projeções dos limites máximos de intervenção na área, de modo que as suas características ambientais fossem mantidas. Foram analisados 33 principais impactos nos meios físico, biótico e socioeconômico.
Nova rodada de reuniões está prevista para o período de 17 a 21 de outubro, quando serão tratadas questões como programa, projetos e ações para atingir os objetivos e metas traçados. A conclusão dos trabalhos está prevista para o início de dezembro de 2011.
Maior detalhamento dos estudos realizados para este empreendimento pode ser obtido no RIMA, que está disponível para consulta no site da
FATMA.

28/09/2011 - Planos Municipais de Saneamento Básico
Entre os dias 12 e 16 de setembro deste ano a equipe da Socioambiental esteve reunida com os integrantes dos Grupos Executivos de acompanhamento dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) dos municípios de Alpestre, Barra do Rio Azul, Erval Grande, Faxinalzinho, Itatiba do Sul, Nonoai e Rio dos Índios, todos eles no estado do Rio Grande do Sul.
Município de Alpestre
Os PMSB foram contratados pela Foz do Chapecó Energia S.A. (FCE) e fazem parte de um Termo de Cooperação Técnica entre a FCE, a Companhia Rio Grandense de Saneamento - CORSAN e os municípios citados.
Município de Barra do Rio Azul
As reuniões tiveram por objetivo discutir com os Grupos Executivos de cada município questões relativas a prognóstico, objetivos e metas. A fase de apresentação e discussão do Diagnóstico do Saneamento nesses municípios ocorreu em junho deste ano.
Município de Erval Grande
Os PMSB são instrumentos norteadores dos projetos e ações de saneamento em municípios, previstos na Política Nacional de Saneamento Básico (Lei 11.445/07). Os Planos abordam os setores de água, esgoto, drenagem urbana e resíduos sólidos, tendo sempre como objetivo a universalização do acesso a serviços de saneamento adequados.
Município de Faxinalzinho
Nova rodada de reuniões está prevista para o período de 17 a 21 de outubro, quando serão tratadas questões como programa, projetos e ações para atingir os objetivos e metas traçados. A conclusão dos trabalhos está prevista para o início de dezembro de 2011.
Município de Itatiba do Sul
Município de Nonoai
Município de Rio dos Índios

09/02/2011 - PACUERA da PCH Arvoredo
A apresentação do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial (PACUERA) da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Arvoredo foi realizada através de audiência pública ocorrida no dia 13 de Dezembro de 2010, no Centro Comunitário do município de Arvoredo/SC.
A finalidade da audiência foi apresentar e discutir com os aproximadamente 70 participantes os resultados do zoneamento e as normas gerais de manejo da Área de Preservação Permanente (APP) do entorno do Reservatório da PCH Arvoredo. O evento foi coordenado pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA) e contou com a participação da população local, lideranças políticas e técnicos da SPE Arvoredo e da Socioambiental Consultores Associados.
O PACUERA tem como objetivo a conservação da paisagem natural e dos recursos hídricos conciliados aos benefícios sociais e econômicos oportunizados pela nova realidade decorrente da implantação do empreendimento. Tendo como área focal de estudos a APP do entorno do Reservatório, foi elaborado a partir de reuniões técnicas com as lideranças locais, visitas a campo e da integração de programas e planos co-localizados.
A partir de então, a consolidação do Diagnóstico Socioambiental subsidiou a análise estratégica de Unidades Ambientais ao longo do Reservatório, as quais foram enquadradas em zonas baseando-se em sua vocação para conservação ou uso direto. Foram estabelecidas normas e ações de manejo pautadas na legislação ambiental vigente para as 12 zonas na faixa de APP (em terra) e outras 3 no espelho d'água do Lago.
O documento final encontra-se disponível para consulta no site da
FATMA.

23/11/2010 - Píer Turístico de Porto Belo
Encontram-se bastante adiantadas as obras do Píer Turístico de Porto Belo, empreendimento este onde a Socioambiental desenvolveu os Estudos Ambientais e foi responsável pelo processo de Licenciamento junto a FATMA.
O projeto proposto pela Prefeitura Municipal de Porto Belo trata da reestruturação do trapiche central localizado na Praça dos Pescadores com construção de infra-estrutura receptiva no entorno para receber com melhor qualidade e capacidade os turistas dos navios transatlânticos que aportam no município.
Ao permitir que o visitante desembarque no centro de Porto Belo, o município prioriza a valorização dos aspectos culturais da comunidade, que apresenta importante componente da cultura açoriana, assim como do patrimônio natural, representado pela presença de praias, mata atlântica de encosta, cursos d'água, dentre outros.
O objetivo do empreendimento é oferecer instalações de qualidade, que ordenem a demanda turística da localidade, alimentando a cadeia produtiva da atividade turística com ações estratégicas de comercialização e venda do produto turístico de Porto Belo.
O empreendimento foi bastante discutido com a comunidade local, culminando na realização de uma Audiência Pública em janeiro de 2009 cujo objetivo foi o esclarecimento e debate sobre a obra.
A obra conta com investimentos da ordem de R$1,2 milhão, dos quais 50% são arcados pelo Ministério do Turismo e 50% pela Prefeitura Municipal de Porto Belo. A obra avançará 180 metros mar adentro, onde estão sendo cravadas 200 estacas de concreto de 20 metros que sustentarão o píer.

03/09/2010 - Plano de Manejo da Floresta Nacional de Chapecó
A Socioambiental vem desenvolvendo o Plano de Manejo da Floresta Nacional de Chapecó, no âmbito do contrato FCE-0200/2008 estabelecido entre a empresa Foz do Chapecó Energia S.A. e a Socioambiental Consultores Associados Ltda, com parte dos recursos da compensação ambiental do licenciamento da Usina Hidrelétrica de Foz do Chapecó que tem como beneficiário o ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) o plano de manejo é um "documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade".
A Floresta Nacional de Chapecó ou FLONA de Chapecó está localizada no oeste catarinense, com sede no município de Guatambu. Sua área engloba 1.606 hectares, divididos em 3 glebas. As FLONAs têm como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas.
Na atual etapa do projeto, ocorreu nos dias 23 a 27 de agosto a Oficina de Planejamento Estratégico - OPE com representantes do ICMBio, Socioambiental e do Conselho Consultivo da FLONA. Nesta oficina foram discutidos pontos importantes do planejamento da unidade como o zoneamento e critérios para o manejo florestal.

Cartilha mostra como utilizar poços com eficiência e por longo período
Sabendo usar, não vai faltar! Como cuidar bem do seu poço.
Com o objetivo de estimular a conscientização sobre a importância do manejo adequado dos poços tubulares e das águas subterrâneas, a SOCIOAMBIENTAL desenvolveu uma Cartilha que narra, através de uma história em quadrinhos, os problemas enfrentados por um agricultor que explorou seu poço sem a devida orientação de um técnico especializado no assunto.
Espera-se que a Cartilha sirva para alertar que o manejo de um poço deve seguir critérios técnicos de localização e utilização. Somente com a tomada de algumas medidas a água existente poderá ser mantida com qualidade e quantidade.
A confecção da Cartilha foi uma iniciativa do Consórcio Machadinho, que deverá distribuir a mesma aos moradores dos municípios do entorno da UHE Machadinho.
A seguir reproduzimos os parágrafos introdutórios da Cartilha:
"A água de boa parte dos rios e fontes da nossa região está comprometida, em função de algum tipo de contaminação. Por isso, os poços se tornaram uma boa alternativa para obter água de qualidade. Entretanto, pouco se conhece sobre o bom funcionamento de um poço, e ainda existem muitas crenças sobre o assunto.
Ao necessitar de mais água para suas atividades produtivas, o agricultor acaba, em muitos casos, tomando decisões que podem comprometer o seu abastecimento de água atual e futuro. Quando o assunto é poço, o erro mais comum e explorá-lo além da sua capacidade, utilizando bombas mais potentes do que as recomendadas ou retirando água por períodos de tempo muito longos."

Rumo à ISO 9001
Objetivando aumentar a profissionalização de seus serviços, a Socioambiental vem implantando um Sistema de Gestão da Qualidade que visa obter a certificação ISO 9001. Este processo trará grandes benefícios à empresa e especialmente seus clientes, que terão suas demandas atendidas dentro de um processo de constante avaliação e aprimoramento. A empresa vem internalizando os requisitos da norma ISO e, através de indicadores e controle dos processos, melhorando continuamente seus trabalhos.

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